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Cidades da região de Ribeirão Preto têm 115,1 mil unidades sem luz 26 horas após temporal, diz CPFL

Temporal leva Dumont, Guariba e Taquaritinga a estado de emergência A CPFL Paulista informou que 115.180 clientes continuam sem energia na região de Ribeirão...

Cidades da região de Ribeirão Preto têm 115,1 mil unidades sem luz 26 horas após temporal, diz CPFL
Cidades da região de Ribeirão Preto têm 115,1 mil unidades sem luz 26 horas após temporal, diz CPFL (Foto: Reprodução)

Temporal leva Dumont, Guariba e Taquaritinga a estado de emergência A CPFL Paulista informou que 115.180 clientes continuam sem energia na região de Ribeirão Preto neste sábado (25), cerca de 26 horas após o temporal que atingiu a região e deixou um rastro de destruição e uma morte. Veja o número de unidades por cidade: Ribeirão Preto: 91 mil clientes Guariba: 16 mil Taquaritinga: 5 mil clientes Pradópolis: 2,4 mil clientes Dumont: 780 clientes Segundo a companhia, cerca de 250 equipes estão empenhadas no restabelecimento do serviço e foram remanejadas de cidades como Franca, Araraquara, Campinas e Piracicaba para atender a demanda o mais rápido possível. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Torre de energia ficou retorcida após temporal em Taquaritinga (SP) Redes sociais LEIA TAMBÉM Torres de energia caídas, pórtico torcido, empresas devastadas: veja fotos da destruição causada por temporal na região de Ribeirão Os trabalhos são acompanhados em parceria com a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiro e o Centro de Gestão de Emergências da Defesa Civil do Estado de São Paulo (CGE). A orientação é para que a população não toque em fios partidos ou em galhos de árvores que estejam sobre a rede elétrica, mesmo que pareçam desenergizados. A empresa pode ser acionada pelos seguintes canais: Call center: 0800 010 1010 Site www.cpfl.com.br Aplicativo CPFL Energia WhatsApp (19) 99908-8888 Carro danificado por palmeira ao lado da rodoviária de Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV Colapso da energia Os ventos chegaram a 122 km/h na madrugada da última sexta-feira. Segundo o presidente da CPFL Paulista, Rafael Lazzaretti, o colapso foi causado principalmente pela queda de 34 torres de transmissão e de 200 postes de iluminação quebrados. "Foram 34 dessas torres que caíram com a força dos ventos, a gente precisa restabelecer elas. A boa notícia é que todas as subestações já estão energizadas, então, agora é um trabalho mais de varejo, da parte de postes mesmo, que o impacto foi muito grande. A gente estima, ao menos por enquanto, a gente está terminando essa contabilização, mas, no mínimo, 200 postes quebrados e vão precisar de reconstrução". Por causa dos estragos, Taquaritinga e Ribeirão Preto decretaram estado de emergência por 180 dias. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou o envio de uma equipe da Defesa Civil Nacional a Ribeirão Preto. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) informou que a Defesa Civil, o Fundo Social e a Secretaria da Saúde estão mobilizadas em apoio aos municípios. Avenida Nove de Julho em Ribeirão Preto tomada por árvores caídas após temporal Reprodução EPTV O que causou o temporal Em nota, o serviço de meteorologia Climatempo informou que a hipótese provável é a ocorrência de uma sequência de microexplosões, capazes de produzir ventos superiores a 100 km/h. Segundo a meteorologista, microexplosões são fenômenos provocados pelas nuvens cumulonimbus. "São essas nuvens que causam a chuva forte, ventania, os raios. Só que a microexplosão, ou em uma microexplosão, a chuva cai muito intensa, concentrada em uma mesma área e com o vento forte. É como se você despejasse uma grande quantidade de água em pouco tempo, mas só em um local muito definido. Ela atua em uma área muito pequena e com ventania também", diz a meteorologista Josélia Pegorim. Ainda segundo a Climatempo, não há evidências de tornado. A justificativa é que os danos ocorreram em uma área extensa, atingindo mais de um município, o que é incompatível com as características do fenômeno. Embora houvesse a previsão detectada de chuva, a rápida evolução da tempestade dificultou a análise de sua intensidade. Muro no chão com a força dos ventos de temporal em Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão e Franca

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